"Navegar é preciso, viver não é preciso."


sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Deus volume1

Tenho me perguntado- ou melhor a muito tempo atras- o porque de existirem tantas religiões, tantas crenças e todas elas creiem em estarem certas, terem o verdadeiro discurso de como Deus nos disse para viver... quem inventou o pecado(...)? A vinda de um messias era uma ideia corrente do povo judeu.
Já disse Nietzsche: "O portador da 'boa-nova' morreu assim como viveu e ensinou - não para 'salvar a humanidade' mas para demonstrar-lhe como viver. Seu legado ao homem foi um estilo de vida: sua atitude ante os juízes, ante os oficiais, ante seus acusadores - sua atitude perante a cruz. Não resiste; não defende sues direitos; não faz qualquer esforço para evitar a maior das penalidades- ainda mais, a convida... E roga, sofre e ama com aqueles, por aqueles que o maltratam, não se defender, não se encolarizar, não culpar... Mas igualmente não resistir ao mal - amá-lo... [ o anticristo: ensaio de uma crítica ao cristianismo]
Em suas ácidas (para alguns, é claro) palavras vejo talvez a verdade do discurso, com sua metralhadora prosódia, universaliza o desprezo a essa teológia mentirosa de interpretaçoes convenientes que é o cristianismo. Se somos hoje "homens mais desenvovidos? que outrora, como conseguimos continuar acreditando nessas mentiras repugnantes da IGREJA CRISTÃ, da existência de deus, do pecado, do salvador, do livre arbítrio, do juízo final, do outro mundo, da alma, do jesus forjador de milagres, a fé em cristo como meio de salvação- salvação do que, cara pálida? nada disso em nada se aproxima da realidade, isto é, não passa de um delírio, "deus é um delirio" parafraseando Richard Dawkins. Mas voltemos ao discurso cristão, como questionaremos a verdade do mesmo, já que a IGREJA é um APARELHO IDEOLÓGICO DO ESTADO( Louis Althusser), ou seja é um instrumento de anestesiamento das ovelhas... continua...

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